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sábado, 16 de junho de 2007

Anglicanos com problemas

A seguinte notícia foi veiculada pela Ecumenical News International (ENI):

US Episcopal Church rejects deadline on gay consecrations

New York (ENI). Leaders of the US Episcopal (Anglican) Church say they will not respond to increasing pressure by others in the worldwide Anglican Communion that the US denomination reverse its policies on the ordination of openly gay bishops. In February, a meeting in Tanzania of Anglican leaders, or primates, from around the world gave the US denomination a September deadline to promise that no one living in a same-sex relationship would be made a bishop, and that the US church would not authorise rites for same-sex blessings. [370 words, ENI-07-0465]
Nas igrejas luteranas, o debate é parecido. Principalmente na Escandinávia, a pressão por um posicionamento liberal é grande. É hora de debater até que ponto vai a inclusividade. Ser demasiadamente inclusivo pode levar à igreja a não se posicionar nos mais diversos assuntos no campo moral. Por outro lado, nada de inclusividade significa intolerância extrema, culpada por tantos males e mal-entendidos no mundo.

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