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Homossexualismo nas igrejas

Enquanto a última exortação do Papa da Igreja Católica Romana reafirmou o que sempre se pregou acerca do homossexualismo, pelo outro lado, a Igreja da Suécia (Luterana como a minha) declarou que vai celebrar uniões homossexuais. Ainda nesse sentido, a Igreja Episcopal dos EUA (ECUSA) está sofrendo pressão da Comunhão Anglicana, a qual exigiu um posicionamento da ECUSA até setembro pelo fato de um bispo homossexual ter sido ordenado recentemente.

O assunto é espinhoso para as igrejas. O homossexualismo é condenado em versículos de Levítico, contrariando a lei mosaica. Reforçando isso, o apóstolo Paulo em diversas epístolas afirma o caráter pecaminoso do comportamento homossexual. Os católicos romanos, com sua doutrina aristotélico-tomista, na qual o sexo só tem sentido de ser caso objetive a reprodução, não admitem o homossexualismo há bastante tempo. No entanto, o espraiamento de uma teologia liberal em alguns segmentos protestantes e a secularização cada vez maior nos países desenvolvidos têm influenciado o posicionamento das igrejas em relação ao assunto.

A posição tomada pela Igreja da Suécia, até há menos de uma década uma igreja estatal, é símbolo da transformação que ocorre. Ao mesmo tempo, católicos, ortodoxos, evangelicais de igrejas protestantes históricas e evangélicos pentecostais têm se manifestado contrários ao homossexualismo. Católicos romanos não aceitam devido ao sistema no qual se apóia a teologia católica. Evangelicais também consideram o homossexualismo como pecado, ressaltando que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. Pentecostais e demais fundamentalistas não podem nem discutir o assunto por estar escrito na Bíblia.

A igreja luterana no Brasil, divida entre liberais e evangelicais, também apresenta defensores dos dois lados. Anglicanos no Brasil e no mundo também estão divididos. Resta-nos apenas orar para que Deus ajude-nos a trilhar o caminho certo.

Comentários

Anônimo disse…
"Pentecostais e demais fundamentalistas (...)". Hehe, grande Kang!

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