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Crise pós-mestrado

A fase pós-mestrado é uma grande crise, assim como ocorre em qualquer fim de etapa.

Poucos são os ex-mestrandos que não passam por isso, à exceção dos que fazem um concurso ou já conseguem trabalho no setor privado antes mesmo do depósito: caso de alguns colegas meus no BNDES, IPEA, Credit Suisse, entre outros.


Por enquanto, é preciso pensar na banca da defesa da dissertação. Ela será oficialmente composta por Renato Colistete (meu orientador), Dante Aldrighi e William Summerhill (UCLA).
O mais interessante é que Summerhill participará via videoconferência. Colegas meus fizeram a mesma coisa, contando assim com pessoas importantes nas suas bancas.

A expectativa é para final de março ou começo de abril.


Enquanto isso, meu paper não foi aceito para a conferência de Historical Roots of Social Exclusion in Latin America em Londres. Entretanto, segundo a organizadora, Ame Bergés, pelo tema de meu paper tratar-se de história mais recente. Ela incentivou-me a enviar para um próximo seminário que tratará de educação no ano que vem.

Por outro lado, Jörg Baten estará em agosto organizando um evento sobre capital humano e história econômica na Universidade de Tübingen. Por falta de recursos, Baten perguntou-me se eu estaria interessado numa apresentação via Skype ou videoconferência. Se acontecer, será algo bem interessante.

Comentários

JOÃO MELO disse…
Thomas,

Boa sorte e parabéns pelo ponto final. O que pretendes fazer agora?

Abraço,

João Melo, hoje direto de Lisboa.

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