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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Sobre Thatcher, crise europeia, etc.

O Flávio Comim escreveu muito bem sobre a era Thatcher neste post. Recomendo também esta reportagem que saiu no Estado de São Paulo com Charles Kupchan, professor da Georgetown University. Ele fala do legado de Thatcher, da crise europeia e do papel dos governos.

Agradeço a dica do Fred Hartmann!

sábado, 13 de abril de 2013

Sobre vantagens comparativas (2)

1. Negar a lógica das vantagens comparativas no comércio não é uma opção para economistas. Vantagens comparativas continuam tendo alto poder explicativo - o que não tem nada a ver com prescrições normativas. Reconhecer o poder preditivo e explicativo da teoria não significa que ela deva ser utilizada como norma.

2. Se negar não é uma opção, quais motivos poderiam levar alguém a não recomendar o livre comércio? Jeff Williamson levanta três possibilidades em Trade and Poverty:

  • Maldição dos recursos naturais
  • Volatilidade dos preços das commodities
  • Doença Holandesa


3. Por que estou escrevendo esse post? Porque é o que há de mais atualizado na discussão sobre o tema. Mesmo com Prebisch-Singer na cabeça ou lendo o Bresser falar de doença holandesa, Trade and Poverty do Williamson é leitura obrigatória para qualquer economista preocupado com as relações entre comércio, crescimento e pobreza. É um livro que junta décadas de pesquisa deste Professor Emérito do Departamento de Economia de Harvard. 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Documentário sobre planos de estabilização


Eu ainda não conhecia, mas a TV Câmara fez há alguns anos atrás um documentário sobre as tentativas de se debelar a inflação no Brasil, desde o Plano Cruzado até o Plano Real. É um subsídio interessante para aqueles que ensinam tópicos de Economia Brasileira. Sem contar que é sobre um dos períodos mais interessantes da história econômica recente.

Como o documentário foi feito há alguns anos, as quedas recentes nas taxas de juros e o período de crescimento recente (em boa parte por conta da alta das commodities) não são contempladas no final do filme. Além disso, o Gustavo Franco aparece fazendo comentários muito parecidos com a entrevista dada por ele no dia 3 de abril no Estadão.

Agradecimento a colega Dani Tocchetto, que tem passado isso para os alunos nas aulas de Macroeconomia na ESPM-Sul.