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Mostrando postagens com o rótulo comunismo

Tiranias (2): Coréia do Norte

Não poderia deixar de falar de meus queridos parentes. Sob a ditadura de Kim Il-Sung e agora de seu filho Kim Jong-Il, a Coréia do Norte continua um dos países mais fechados do mundo. O líder atual coleciona cavalos e possui uma piscina com ondas artificiais em sua residência. Em contraste a isso, acredito que muitos parentes meus ainda estejam lá, caso não tenham sido mortos pela repressão política ou por uma das crises de desabastecimento. Muitas famílias, como a minha, continuam separadas desde a época da guerra da Coréia (1950-1953), que foi um dos primeiros episódios trágicos da Guerra Fria. Essa guerra foi responsável pela demarcação do paralelo 38 como fronteira entre os dois novos países criados: a capitalista Coréia do Sul, de influência norte-americana, e a comunista Coréia do Norte, com apoio da União Soviética e da China. Enquanto a Coréia do Sul tem empresas como Samsung, LG e Hyundai, a Coréia do Norte produz ogivas nucleares. Um bom começo para dar risadas sobre a Coréi...

Caplan e a armadilha das idéias

O prof. Cláudio do De Gustibus sugeriu que os blogs se manifestassem em relação às idéias de Bryan Caplan, começando com Idea Trap . Confesso que nunca lera Caplan antes, então, julgo que meus comentários a respeito do texto serão bastante superficiais, caso não sejam equivocados. A tese fundamental do texto é de que existe uma armadilha das idéias: uma espécie de círculo vicioso (até me lembrou Myrdal). Baixo crescimento, péssimas políticas e idéias ruins estão, para Caplan, altamente relacionados. Idéias ruins geralmente aparecem em contextos ruins, crises por exemplo, que impedem as pessoas de pensar racionalmente. Obviamente, aprofunda-se o problema. A impressão que tive do texto é que ele se concentra muito em exemplos relacionados ao comunismo. Seria mais ilustrativo e um pouco menos anacrônico se ele focasse mais em políticas intervencionistas em um sistema capitalista. Embora sejam idéias muito antigas também, criticar as teses Keynesianas seria muito mais relevante. Afinal, f...