Apesar da crise, o consumo do natal foi o maior dos últimos anos, segundo a Zero Hora de hoje, jornal de Porto Alegre. O varejo está comemorando as vendas. A previsão de crescimento do PIB para esse ano continua alta (maior do que 5%): a crise só deve bater ano que vem. Lembro-me da época em que precisava estudar consumo. É importante tentarmos explicar o que acontece. Por um lado, os consumidores podem estar com a percepção de que a crise vindoura será passageira ou fraca, com pouca influência em suas rendas reais. Por outro lado, os consumidores podem não levar isso em conta (em um processo de auto-engano coletivo). Nesse último caso, teríamos uma função de consumo keynesiana tradicional. Talvez algum outro leitor desse blog tenha mais palpites. Faz tempo que eu não estudo essas coisas. *** Na festa de Natal que juntamos quatro famílias, muitos presentes foram distribuídos. Se os presentes dados ali fossem os do agente representativo da economia, o povo do comércio estaria também bem...
Oikomania: Reflexões em História Econômica, Desenvolvimento e Filosofia Política